AE.FD.UNL - História
Ao princÃpio era o Verbo… Passado muito tempo, eis que se assistiu novamente a uma vontade criadora Ãmpar: corria o ano de 1997 A.D., a tarde mágica de 26 de Novembro, no Salão Nobre da Faculdade de Economia. Diz quem por lá passou que se sentia no ar que se estava a presenciar um daqueles momentos sublimes, traduzido na experiência transcendental de se participar em algo maior do que si próprio: não era para menos, pois foi nesse dia que nasceu, em assembleia geral para esse efeito convocada, a Associação de Estudantes da Faculdade de Direito da Universidade Nova de Lisboa (AEFDUNL).
Seguiu-se uma não menos importante fase de regularização burocrática, que culminaria a 15 de Abril de 1998, com a atribuição da bula papal (publicação dos estatutos da AEFDUNL no Diário da República – reconhecimento de personalidade jurÃdica).
A 18 de Maio de 1998, os estudantes da FDUNL vão à s urnas, para sufragar os corpos gerentes da Associação. A emoção era grande, chorava-se pelos entes queridos perdidos nas batalhas pela independência, representatividade e democraticidade (os três princÃpios básicos da AEFDUNL), mas sempre com a esperança nos olhos voltados para um futuro mais risonho, agora que os fracos e oprimidos teriam alguém a zelar pelos seus interesses. A dose repetiu-se, uma vez que nenhuma das listas para a Direcção obteve maioria absoluta.
A História da Associação de Estudantes não é só feita de eventos. Por detrás deles, estiveram homens e mulheres, cabouqueiros, numa Faculdade onde o espÃrito de pioneirismo sempre esteve (ou teve de estar) presente. Nessa segunda volta, a 20 de Maio de 1998, foi eleito o nosso primeiro Presidente, D. André I, o Miranda.
Desde então, têm-se vindo a realizar eleições no mês de Maio para a passagem do testemunho: no ano de 1999, o antigo presidente André Miranda cede o seu lugar ao presidente André Miranda; no ano de 2000, vence as eleições N’Gunu Tiny, o primeiro presidente africano ao leme da AEFDUNL; em 2001, toma posse a primeira mulher presidente, Inês Ramires; em 2002, é a vez de Vera Lopes assumir as rédeas da AEFDUNL; em 2003, vence a Sofia Calado, confirmando a tendência de que nem sempre quando as mulheres estão ao volante há um perigo constante; e, por fim, dando por terminado um ciclo de três mulheres à frente da Direcção da Associação, Nuno Morais Gomes é eleito presidente para o mandato de 2004-2005.
Porém, as tendências anteriores vieram para ficar. No mandato de 2005-2006, Rita Chambel tomou posse da presidência da AEFDUNL, sucedendo-lhe, em 2006, Rute Alves. E foi já com muito para contar que em 2007 a AEFDUNL completou, com Raúl Relvas Moreia ao leme, os seus dez primeiros anos de existência. Neste ano a imagem da AEFDUNL foi também renovada, processo para o qual muito contribuiu Diana Vieira Fernandes, que viria a ser eleita presidente em finais de Novembro.
Em 2008 a AEFDUNL tomou um novo rumo com a eleição de Helder Mourato que, recuperando uma célebre frase de Diogo Freitas do Amaral, se concentrou em fomentar a formação de “juristas diferentes e melhores, juristas modernos e europeus, abertos ao mundo e à vida, cultos e humanistas, amantes da inovação e da qualidade, preparados para enfrentar os novos desafios do séc. XXIâ€. Em 2009 Dzhamil Oda foi eleito, sendo o actual presidente da AEFDUNL.
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